domingo, 28 de agosto de 2011

Candido Portinari

Recanto de Portinari no Ibirapuera

por Danilo Vasques

Retrato de Maria, 1941, óleo sobre tela/coleção Bia Vidigal

Em São Paulo, o Museu de Arte Moderna apresenta desde julho diversas obras de Candido Portinari em uma exposição que aborda o período de formação do pintor e sublinha momentos de sua carreira profissional. São retratados 25 anos de intensa atividade que apontam, entre outros aspectos, o trânsito do artista entre diversos estilos. Um mestre do ofício. 

fotos: Danilo Vasques/22.jul.2011
Retrato de Maria, 1931, óleo sobre tela/coleção particular


No Ateliê de Portinari: 1920-45
Curadoria: Annateresa Fabris
Serviço: Museu de Arte Moderna de São Paulo. Grande Sala. 
Parque do Ibirapuera, av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 3. Tel.: 5058-1300.
Das 10h às 17h30 (público fica até às 18h). Ingressos: R$ 5,50 e meia-entrada.
Gratuito aos finais de semana. Fecha às segundas. Até 18/9.
Permitido fotografar algumas obras.

atualizado às 17h48 de 29.ago.2011

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

33ª Festa das Cerejeiras

No último final de semana (6 e 7/8) ocorreu a 33ª Festa das Cerejeiras. O evento celebra o florear em pleno inverno do bosque dedicado à árvore típica do Japão; anualmente no Parque do Carmo, em Itaquera, região leste de São Paulo. Registramos algumas cenas que dividimos abaixo: 

fotos: Danilo Vasques
 
 
 

Veja também fotos clicadas por Jéssica Lima, autora do blog "Publicidade em Rosa".

Reveja a edição passada da Festa das Cerejeiras, em fotos de Daniel Vasques, aqui neste espaço.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Morcegos

Morcego-vampiro tem sensores infravermelhos na face

por Danilo Vasques

O que pensaria Bob Kane se cientistas houvessem descoberto há oitenta anos o que ontem foi divulgado? O morcego comum (Desmodus rotundus) possui sensores infravermelhos que possibilitam encontrar com rara precisão os vasos sanguíneos de suas vítimas sob a epiderme. Localizados na face, os leitores térmicos garantem que o animal perceba a fonte de calor a cerca de vinte centímetros da presa. 

Animal vive em grupos e habita cavernas nos trópicos

Talvez a vida de Batman em nada tivesse mudado, vá lá um sensor de calor acoplado ao cinto de utilidades, contudo, o estudo da Universidade da Califórnia publicado na revista Nature e tema de reportagem do portal de notícias da revista (em inglês) elucida um mistério que há anos intrigava a comunidade científica e diversos biólogos. Já se conhecia o potencial de algumas espécies de cobras que utilizavam sensores semelhantes na face, mas agora se revelou que os morcegos são peculiares: como um termostato, eles têm a capacidade de ajustá-los para o nível de calor que se encontra a caça, possibilitando assim “notar” o correr de seu sangue intravenoso. 

Morcego-vampiro

Da família Phyllostomidae (nome científico), é uma espécie que vive em grupos e normalmente habita cavernas. Comum na região tropical, é encontrado no Brasil, na Argentina, no Uruguai e em outros países da América do Sul e Central, como informa a União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais, em sua Red List (em inglês). Hematófagos, com suas presas
furam o corpo da vítima e, ao contrário do que se poderia pensar, não costumam chupar o sangue da vítima, sim lambê-lo. Uma mordida do animal não é letal, como informa o jornal El País (em espanhol), ele suga em média o sangue equivalente a duas colheres de chá.

atualizado às 18h48