Segundo o período El País, o ugandense David Kato morreu a caminho do hospital. Nos altos de seus 41 anos, não resistiu a graves ferimentos em sua cabeça. Para Jeffrey Gettleman, do jornal New York Times reproduzido pelo brasileiro O Estado de S.Paulo, foram golpes de um martelo. Foi uma brutalidade absurda. O diário espanhol por ora se põe reticente e menciona que há ainda versões que apontam para ferimentos a balas como a causa da morte. A polícia ugandense não afirma que o assassinado configura um crime de ódio.
Kato viu seu rosto estampado em novembro passado na capa de um periódico local chamado Rolling Stone (nada a ver com a revista de música) sob um título que incitava a morte de homossexuais. O tablóide publicou uma lista com nomes e fotos de 100 gays do país. A legislação de Uganda é anti-homossexual e prevê à atividade cárcere de até 14 anos.