No dia 23/8/1968, após jantar, Vicente Celestino subiu para o quarto do hotel Normandie, em São Paulo. Segundo Gilda de Abreu, ele estava feliz e cantara com entusiasmo: “Abri o peito como havia muito tempo não o fazia. Até os músicos me aplaudiram!”. A então viúva narra o último momento de Celestino, segundo suas memórias:
Abriu a janela, procurando respirar o ar gelado que entrava, mas que não o aliviava [...]. Agarrado a mim, ele disse então a frase que nunca esquecerei:
– Gilda... Estou morrendo...
E estava mesmo. Atirando-se de costas sobre a cama, murmurou:
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O recorte acima faz parte de um artigo científico por mim assinado e que publico ao lado, numa sessão que iniciamos hoje dedicada a estudos que podem ser lidos em PDF. Para acessar o texto na íntegra, basta clicar aqui.
A saber, trata-se de um artigo científico em que analisamos a cobertura do Estadão para a morte de Vicente Celestino, no ano de 1968.
Colamos abaixo o título, subtítulo e o resumo de apresentação do trabalho:
NOTÍCIAS SOBRE A MORTE DE VICENTE CELESTINO NO ESTADÃO
O espaço da cobertura de sua morte nas cinco edições publicadas entre 23 e 28 de agosto de 1968
Este artigo aborda a cobertura imediata da morte de Vicente Celestino, ocorrida em 23 de agosto de 1968, pelo jornal O Estado de S. Paulo. Dois aspectos serão relevados: a biografia do cantor e o espaço dedicado à sua morte pelo jornal paulista.
Boa Leitura!
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