segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Vicente Celestino

No dia 23/8/1968, após jantar, Vicente Celestino subiu para o quarto do hotel Normandie, em São Paulo. Segundo Gilda de Abreu, ele estava feliz e cantara com entusiasmo: “Abri o peito como havia muito tempo não o fazia. Até os músicos me aplaudiram!”. A então viúva narra o último momento de Celestino, segundo suas memórias:

Abriu a janela, procurando respirar o ar gelado que entrava, mas que não o aliviava [...]. Agarrado a mim, ele disse então a frase que nunca esquecerei:
Gilda... Estou morrendo...
E estava mesmo. Atirando-se de costas sobre a cama, murmurou:
Meu Deus, mate-me! Mate-me, meu Deus!

**

O recorte acima faz parte de um artigo científico por mim assinado e que publico ao lado, numa sessão que iniciamos hoje dedicada a estudos que podem ser lidos em PDF. Para acessar o texto na íntegra, basta clicar aqui.

A saber, trata-se de um artigo científico em que analisamos a cobertura do Estadão para a morte de Vicente Celestino, no ano de 1968.

Colamos abaixo o título, subtítulo e o resumo de apresentação do trabalho:


NOTÍCIAS SOBRE A MORTE DE VICENTE CELESTINO NO ESTADÃO


O espaço da cobertura de sua morte nas cinco edições publicadas entre 23 e 28 de agosto de 1968


Este artigo aborda a cobertura imediata da morte de Vicente Celestino, ocorrida em 23 de agosto de 1968, pelo jornal O Estado de S. Paulo. Dois aspectos serão relevados: a biografia do cantor e o espaço dedicado à sua morte pelo jornal paulista.


Boa Leitura!

0 comentários:

Postar um comentário