Estou ao volante, volto para casa, São Paulo, tateio o dial e encontro uma música que reconheço imediatamente, apenas poucas notas para a eletricidade no meu cérebro sublinhar: Smell Like Teen Spirit.
Aumento o som, madrugada: 1h40, aumento novamente seguindo uma sentença nalgum canto de minha mente que me impele a rodar o botão de volume. Só para precisar: há garoa, visto preto não xadrez e uma sensação de falta ocupa o vazio dos lugares do carro.
Tal canção, atualmente, talvez não devesse me tocar, muito já a ouvi e até cheguei a pensá-la demasiadamente cansativa. No entanto, contrariando a exaustão e qualquer roteiro, novamente Smell Like Teen Spirit me surpreende.
Aumento o som, madrugada: 1h40, aumento novamente seguindo uma sentença nalgum canto de minha mente que me impele a rodar o botão de volume. Só para precisar: há garoa, visto preto não xadrez e uma sensação de falta ocupa o vazio dos lugares do carro.
Tal canção, atualmente, talvez não devesse me tocar, muito já a ouvi e até cheguei a pensá-la demasiadamente cansativa. No entanto, contrariando a exaustão e qualquer roteiro, novamente Smell Like Teen Spirit me surpreende.
Texto reeditado em 19 de fevereiro de 2010 e revisado em 15 de outubro do mesmo ano. Título original: Nirvana, uma noite quinze anos depois.
0 comentários:
Postar um comentário